segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Livro - Sinal Verde (Espirita)

Livro Sinal Verde de Andre Luiz - Narrado por Chico Xavier.

Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, por-que o tempo é o juiz de todos.
Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou reti-ra isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades.  A humildade é um anjo mudo.
Tanto menos você necessite, mais terá.

Que importa o julgamento menos feliz dos outros a seu respeito, se você traz a consciência tranqüila?

Procure silenciar onde você não possa prestar auxílio.
A vida dos outros, qual se afirma na expressão, é realmente dos outros e não nossa.

Quem ama ajuda e desculpa sempre.
Não condene, abençoe.
Lembre-se: por vezes, basta apenas um martelo para arrasar aquilo que os séculos construíram.

Jamais brinque com os sentimentos do próximo.
Não assuma deveres afetivos que você não possa ou não queira sustentar.

TENHA dinamismo em sua vida!
Não fique aí parado, de braços cruzados.
Não são as ideias bonitas que valem.
São as ações práticas!
Os pés que não caminham criam raízes.
A vida é luta!
Não espere que os necessitados o venham procurar:  vá visitá-los em seus tugúrios.
Leve uma palavra de conforto, um sorriso de compreensão, um pensamento de ternura.

Nunca pedir ou exigir de outrem aquilo que outrem não nos possa dar.
Não menosprezar a quem quer que seja.
Saibamos orar em silêncio, uns pelos outros.
Apenas Deus pode julgar o íntimo de cada um.

É importante recordar a afirmativa dos antigos romanos: “há homens que cavam a sepultura com a própria boca”.

É natural que você faça invejosos, mas não inimigos.  Cada boa ação que você pratica é uma luz que você acende em torno dos próprios passos.

Você pode claramente discordar sem ofender, desde que fale apreciando os direitos do opositor .

Em toda comunicação afetiva, recorde a regra áurea: “não faça a outrem o que não deseja que outrem lhe faça”.

A voz descontrolada pela cólera, no fundo, é uma agressão e a agressão jamais convence. Converse com serenidade e respeito, colocando-se no lugar da pessoa que ouve, e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito.

Quem pratica o desperdício, não reclame se chegar à penúria.

Muitas vezes a criatura complicada que se nos agrega à família, traz consigo as marcas de sofrimento ou deficiências que lhe foram impostas por nós mesmos em passadas reencarnações.

Qualquer criatura que se mostre necessitada de pedir-lhe um favor, é um teste para a sua capacidade de entendimento e para os seus dotes de educação.

A pessoa que se revela mal-humorada, em seus contatos públicos, provavelmente carrega um fardo pesado de inquietação e doença.

Zombaria ou irritação complicam situações sem resolver os problemas.
Quando se sinta no dever de reclamar, não faça de seu verbo instrumento de agressão.
O erro ou o engano dos outros talvez fossem nossos se esti-véssemos nas circunstâncias dos outros.

Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas. Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração.

O adversário em quem você julga encontrar um modelo de perversidade talvez seja apenas um doente necessitado de compreensão.


Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho para a verdadeira felicidade.

Jamais fingir enfermidades ou acidentes, principalmente no intuito de se beneficiar das leis de proteção ou do amparo das instituições securitárias, porque a vida costuma cobrar caro se-melhantes mentiras.

Nunca explodir, gritar, irar-se ou desanimar e sim trabalhar.
Depois de um problema, aguardar outros.
O erro ensina o caminho do acerto e o fracasso mostra o ca-minho da segurança.
Toda realização é feita pouco a pouco.

Se você já sabe quão precioso é o valor do tempo, respeite o tempo dos outros para que as suas horas sejam respeitadas.

Ninguém evolui, nem prospera, nem melhora e nem se educa, enquanto não aprende a empregar o tempo com o devido proveito.

Quem dispõe de tempo para conversar sem necessidade, pode claramente matricular-se em qualquer escola a fim de aperfeiçoar-se em conhecimento superior.
Trabalho no tempo dissolve o peso de quaisquer preocupações, mas tempo sem trabalho cria fardos de tédio, sempre difíceis de carregar. Observe quanto serviço se pode efetuar em meia hora.
Quem diz que o tempo traz apenas desilusões, é que não tem feito outra cousa senão iludir-se.

Indiscrição, leviandade, curiosidade vazia ou malícia afastam de quem as cultiva as melhores oportunidades de elevação e progresso.

Dê aos outros a liberdade de pensar, tanto quanto você é livre para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muita vez, uma opinião diversa da sua pode ser de grande auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a estudá-la.

Desejo é realização antecipada.
Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos.
Como você pensa, você crê, e como você crê, será.
Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje.
Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é livre na sementeira e responsável na colheita.

A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha.

A sentença de Jesus: “procura e achará” equivale a dizer: “encontrarás o que desejas”.

Não se aflija por antecipação, porquanto é possível que a vida resolva o seu problema, ainda hoje, sem qualquer esforço de sua parte.

Antes das suas dificuldades de agora, você já faceou inúmeras outras e já se livrou de todas elas, com o auxílio invisível de Deus.

Disse um notável filósofo: “uma criatura irritada está sempre cheia de veneno”, e podemos acrescentar: “e de enfermidade também”.

Trabalhe antes, durante e depois de qualquer crise e o trabalho garantirá sua paz.

Conte as bênçãos que lhe enriquecem a vida, em anotando os males que porventura lhe visitem o coração, para reconhecer o saldo imenso de vantagens a seu favor.

A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.

A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranqüila.

Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abra-çando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de repa-ração desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.

Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.

Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.

Modos Desagradáveis Manejar portas a pancadas ou pontapés. Arrastar móveis com estrondo sem necessidade. Censurar os pratos servidos à mesa. Sentar-se desgovernadamente. Assoar-se e examinar os resíduos recolhidos no lenço, junto dos outros, esquecendo que isso é mais fácil no banheiro mais próximo. Bocejar ruidosamente enquanto alguém está com a palavra. Falar como quem agride. Efusões afetivas exageradas, em público. Interromper a conversação alheia. Não nos esqueçamos de que a gentileza e o respeito, no trato pessoal, também significam caridade.

Em visita ao lar de alguém, aprendamos a agradecer o carinho do acolhimento sem nos determos em possíveis desarranjos do ambiente.

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